
As músicas de Zeca Afonso traziam uma brisa de esperança, na qual, sem dúvida, muitos se apoiaram para nunca desistir, para continuar a acreditar que um dia o sonho poderia ser real.
Passados vinte anos, ainda está bem presente na cabeça de todos os portugueses, aquilo que foi Zeca Afonso, o espírito da revolução, talvez a própria essência da liberdade, ele mesmo era um espírito livre.
Para que a voz dele não se cale, lembro-o hoje, assim como todos os dias em que "A morte sair à rua" mas, com tristeza e dúvida, cada vez mais me questiono: Será que em Grândola, vila morena, ainda é o povo quem mais ordena?